Deslexia


"Sou disléxico, logo sou mais inteligente que você!"

A dislexia, como diz o Aurélio, "é uma falha no mecanismo de leitura, que faz com que o individuo embaralhe letras, palavras e frases. Mas em geral falam muito bem, e os que não o fazem são por outros motivos.

Depois de muito tempo descobri porque sou disléxico. A resposta estava na eletrônica, na informática e na leitura dinâmica, especificamente na parte da comunicação e agora você também vai saber!

Os indivíduos classificados como disléxicos, em geral apresentam características peculiares de comportamento. Quando crianças são tachados de hiperativos e apresentam problemas de concentração.

"Não é por que eu penso mais rápido do que você que eu devo seguir a sua velocidade!"

A baixa concentração se dá em virtude da falta de maiores detalhes para se pensar ou da relevância a que o assunto se propõe. e a hiperatividade neste caso, se dá devido a forma de medida dos pais que não conseguem acompanhar muito menos abastecer a grande capacidade e necessidade de informações (metrô vs trem bala).


A dislexia: Esta é uma situação imposta pelo método de educação, que começa em falhar na detecção.

A forma de ler.

"Por mais que eu tenha todas as palavras para descrever, uma imagem vale mais que todas elas, principalmente para os disléxicos."

Este é um diagrama comparativo, sobre como funciona os tipos de leituras visuais atualmente utilizadas. A leitura silábica e leitura dinâmica.


A leitura silábica, é subvocalizada, ouvida em seguida entendida. Ja a leitura dinâmica é diretamente entendida. Como a física afirma: "a menor distancia entre dois pontos é uma reta". Logo a leitura dinâmica é mais rápida que a silábica.

A leitura dinâmica é alcançada com exercícios pelos leitores silábicos, possibilitando a lerem varias linhas simultaneamente.

A comunicação eletrônica:

Esta comunicação tem protocolos de controle, para que as informações não se percam.
Em uma linguagem bem simples, um fala e outro escuta, exatamente como nos fazemos quando estamos conversando, e os protocolos dizem de quem é a vez de falar e de ouvir, como as nossas breves pausas, ou o gesto de erguer a mão em uma sala repleta de pessoas.
Se alguém fala muito rápido e você não entende, seu protocolo pede que a pessoa repita e se possível fale mais devagar.

Agora vamos simular uma situação:

Coloque duas pessoas para falar com você ao mesmo tempo. O que acontece ?
Como resultado seu protocolo vai escolher qual delas você vai ouvir primeiro, e ignorar a outra.

Ou exatamente igual a você em uma sala de aula lotada de alunos onde o professor se atrasou.
Você consegue conversar com seu colega ao lado mesmo que todos estejam falando ao mesmo tempo.


A resposta:

Quando o disléxico nasse, ele já é um leitor dinâmico em virtude da sua alta capacidade de absorção de informações. Mas será submetido a infeliz tentativa de torná-lo um leitor silábico.
Assim surge as colisões de dados, já que seus protocolos ainda não estão fundamentados.

Com um reconhecimento gráfico avançado, o cérebro logo está apto a ver mais do que o
vocalizador é capaz de reproduzir. Mas mesmo assim ele será forçado a vocalizar e entender o que está sendo vocalizado.

E neste momento temos aquela situação dada a cima; Você é capaz de entender o que duas pessoas falam ao mesmo tempo?

Você até poderia dizer: Sim, dêz de que elas falem a mesma coisa.

Entretanto, mesmo lendo a mesma coisa, temos a diferença de velocidade com que a informação chega ao setor léxico do cérebro.


Esta teoria é baseada meramente em observação e sem embasamento científico aprofundado.


Comentários

  1. Aprendi leitura dinâmica e acredito sim que sirva como um tratamento eficás para dislexia.

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